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O Castelo Animado

"Na terra de Ingary, onde coisas como botas de sete léguas e mantos de invisibilidade existem, é um verdadeiro infortúnio ser a mais velha de três irmãs. Todos sabem que é você que vai sofrer o primeiro, e maior, fracasso se as três saírem em busca da sorte."


Autora: Diana Wynne Jones
Editora: Record

    Sophie é uma jovem realista, tem duas irmãs mais novas e sabe que o melhor está reservado para elas. Quando seu pai morre, é natural que ela herde a chapelaria da família e passe seus dias gerenciando a pequena loja e fabricando lindos chapéus. Mas tudo muda quando a Bruxa das Terras Desoladas aparece e a transforma em uma senhora de 90 anos. Ela precisa então decidir o que fazer e partir em uma aventura maior do que tudo que já imaginou.

    Conheci O Castelo Animado através da adaptação feita, com o mesmo nome. Sou apaixonada pelo desenho e já assisti várias vezes, mas por muito tempo não tinha ideia de que vinha de um livro. Passei muito tempo procurando o volume, e estava muito difícil encontrar algum com um preço razoável. Quando a editora lançou uma promoção com três livros da autora e um da Meg Cabot, eu não perdi a chance!

    A história desse livro é muito especial para mim, pois adoro enredos com magia e muitas aventuras, mas não é só disso que se trata. O Castelo Animado traz a história de vários personagens cativantes e alguma moral por trás, sem perder várias cenas engraçadas e tocantes. Apesar de ter algumas diferenças da adaptação, o livro e o desenho tem um lugar especial no meu coração.

     Sophie é uma jovem normal, que ama sua família e vive uma vida tranquila. Seu pai as cerca de tudo do bom e do melhor até que, com sua morte, elas passam por dificuldades financeiras, e precisam tomar rumos diferentes. Cabe à Sophie ajudar Fanny, sua madrasta, na chapelaria da família e, como mais velha de três irmãs, não espera nada grandioso à frente. Um dia uma estranha mulher entra em sua loja, e ela precisa mudar várias coisas que sempre teve como certas.

    Uma figura muito enigmática que ronda sua vila é o mago Howl, um homem jovem e muito bonito que, segundo dizem, seduz jovem mulheres e rouba seus corações. Ele anda em um castelo enigmático, que se move e faz barulhos muito estranhos. E é lá dentro que conhecemos dois personagens muito carismáticos: Calcifer, o demônio do fogo com um péssimo temperamento, e Michael, o ranzinza aprendiz de Howl. 

     Junto com eles e mais alguns personagens partimos em uma grande jornada, com direito à muita magia, desentendimentos e surpresas. Recomendo à todos a leitura e que não percam também a adaptação. Para os que, como eu, já viram o desenho e se apaixonaram, não deixem de ler essa história também. Se houvesse uma graphic novel eu leria com prazer, e provavelmente vou ver o desenho e reler este livro muitas vezes mais. 

    E vocês, já leram? Já viram? Espero que sim! E se não, se juntem a essa jornada maravilhosa! Não esqueçam de comentar! :)

Boa leitura!

Esse livro faz parte do Desafio Literário Skoob 2014,
referente ao mês de Novembro.

Fallen


Autora: Lauren Kate
Editora: Record

   Luce é uma jovem de 16 anos que passou por uma experiência terrível e tenta recomeçar em uma nova escola. Só que não foi sua opção mudar de colégio, muito menos para o reformatório em que foi mandada. Longe de tudo que conhece e ama, a nova escola parece ainda mais pavorosa. Com prédios com aparência de abandonados, professores e funcionários estranhos e um uniforme bizarro: roupas discretas e pretas.

   No primeiro dia, Luce conhece algumas pessoas que se tornam muito importantes: Ariane, Cam, Gabbe e Daniel e começa a se familiarizar com as regras do lugar. Ao conhecer Daniel, Luce se sente estranhamente segura e por alguns instantes esquece de seu passado, até que ele é grosseiro com ela. Parecendo ter algo a esconder, Daniel é grosso e sempre foge dela, mas ela se sente extremamente atraída por ele, e não ajuda que ele sempre pareça estar por perto. Será que Luce poderá descobrir o que há e sobreviver a isso?

    Então. Sentimentos dúbios em relação a este livro. A história toda é um enorme clichê. A mocinha conturbada, com um passado sombrio, que inicia em um novo lugar e conhece dois misteriosos meninos: Daniel, por quem ela sente uma forte atração, mesmo que ele fuja o tempo todo e a trate mal, e Cam, um rapaz lindo e que a trata com toda a delicadeza do mundo, mas por quem ela não sente nada mas não consegue se afastar.

    Luce é uma personagem chata. O tempo todo ela fala do que aconteceu com ela, como a vida dela é horrível, como ela queria recomeçar mas não consegue, mas ao mesmo tempo eu não consigo vê-la realmente se esforçando para mudar. E o livro todo ela traz uma personalidade conflitante: ela está muito atraída por Daniel, mesmo ele sendo um babaca com ela, mas não consegue resistir aos avanços de Cam. Ela quer recomeçar, mas pouco investe nisso. Talvez se o livro não fosse na visão dela fosse mais interessante.

   Ao mesmo tempo que esses clichês e chatices me cansavam, eu não conseguia largá-lo! Inexplicavelmente eu precisava saber o final. Talvez isso se dê graças aos personagens secundários, principalmente às duas amigas de Luce: Ariane e Penn, que tem a personalidade muito mais definida e cativante e aparecem muito menos do que eu gostaria. 

   Quanto aos dois: Cam e Daniel. Os dois são descritos como lindos e musculosos e todas as características de "garotos lindos e perfeitos" que conhecemos. O jeito de agir dos dois com Luce é totalmente diferente, e mesmo com toda a explicação que se dá depois eu não consigo compreender as atitudes de Daniel. Além disso, não consegui sentir uma química forte entre nenhum deles com Luce, então não me senti muito envolvida.

    O final é diferente do que eu esperava, e fiquei um pouco irritada com a explicação que a autora deu quanto à Luce, mas fiquei curiosa para saber mais da mitologia que foi criada no primeiro livro e provavelmente vou ler os próximos. Dependendo do segundo posso continuar a série ou não. E vocês, já leram? Gostaram? Deixem nos comentários, por favor ;)

Boa leitura!

Boneco de Neve

"Já possuía algumas respostas, mas não todas. Nunca todas. Por exemplo: se maldade e loucura são duas coisas distintas ou se somos apenas nós que decidimos chamar de loucura tudo que está além daquilo que compreendemos como motivo para a destruição."


Autor: Jo Nesbø
Editora: Record

   Com a neve, várias coisas divertidas acontecem: guerra de bola de neve, escorregar de trenó, patinar em lagos congelados, fazer bonecos de neve. Entretanto, nem sempre ter um boneco de neve no seu quintal significa diversão.

   Uma mulher desaparece de sua casa misteriosamente, e a única pista é um estranho boneco de neve no seu quintal, que não foi feito por sua família. O detetive Harry Hole recebeu uma carta assinada por "Boneco de Neve" há alguns meses, mas não entendeu o que significava. Agora ele percebe que algo muito errado está acontecendo na Noruega.

    Está sendo muito difícil para mim falar desse livro aqui no blog, por dois motivos:
1 - grande parte das coisas não está na sinopse, e eu não quero dar spoiler;
2- eu gostei bastante da leitura.

   Esse livro faz parte de uma série, do detetive Harry Hole, é o sétimo volume. Por causa disso, eu percebi que perdi várias coisas na vida dele, mas não fiquei perdida na história. Ele é um profissional inteligente, mas com vários problemas pessoais (o que é comum nesse tipo de livro) e que fez um curso especializado em Psicopatas, e parece um pouco obcecado com esse assunto, o que acaba dificultando um pouco o seu trabalho. 

   Uma dica que eu posso dar para quem for ler esse livro é: não perca os detalhes. A trama é complexa e incrivelmente detalhada. Apesar de alguns furos e um personagem misterioso que não é explicado (acho que quem leu vai saber do que eu estou falando), a história é bem fechada. É interessante prestar atenção em tudo, para no final conseguir encaixar as peças desse quebra-cabeça.

   Os personagens, assim como a trama, tem várias camadas, e dão um nó na nossa cabeça se não tivermos cuidado. A história pessoal de vários deles é contada em alguns trechos e muitos são cativantes. Uma coisa que me distraiu e quebrou minha concentração foi os nomes destes e dos lugares. Nomes como Knut Müller, Arve Støp e Gunnar Hagen não me fazem lembrar quem são atualmente, e eu precisava muitas vezes ler umas duas linhas até me situar novamente.

   Quanto à comparação com Silêncio dos Inocentes que existe na contra-capa, nada posso dizer. Não li esse livro, mas concordo que Boneco de Neve é arrepiante e diabolicamente complexo. Em algumas partes eu não conhecia largar e em outras eu precisava fazer isso, respirar e colocar a cabeça no lugar. 

   Foi uma leitura muito boa, e que me deixou um dois dias pensando em um determinado trecho. Peguei sem expectativas, e não me arrependo. Recomendo para os que gostam de um bom suspense e uma trama complexa. Fiquei curiosa para ler a série desde o início, mas infelizmente não foram traduzidos para o português ainda, talvez me arrisque em inglês, até porque no original não dá :(

   Não esqueçam de comentar o que acharam, ou se pretendem ler, por favor! Se já leu e quer comentar algo, me mande uma mensagem pela página no Facebook ;)

Boa leitura!

Ps: Esse livro é referente a Março no

Lembra de mim?


Autora: Sophie Kinsella
Editora: Record

    Lexi acorda em um hospital. Sua última memória é de 2004, com 25 anos, aparência normal, problemas no trabalho e no namoro. Entretanto, o ano é 2007, e ela está parecendo uma modelo, chefe do seu departamento e ainda por cima, casada com um lindo milionário. Não consegue perder a sensação de sair de um pesadelo e entrar em um lindo sonho.

    Saindo do hospital Lexi tenta recuperar suas memórias e se acostumar a sua nova vida. Mas nem tudo parecer ser tão maravilhoso. Suas melhores amigas não falam mais com ela e parece que a odeiam, seu emprego está em risco e ela não sente nada pelo marido. Além disso tudo, um homem misterioso, que trabalha com seu marido, parece ser a chave para entender o que houve nesse período.

   Esse é o segundo livro que leio da autora, e me encantou tanto quanto o outro. Não costumo ler chick-lits mas esses dois conseguiram me conquistar. Lembra de mim tem um tom leve e bem-humorado mas consegue ser dramático e emocional nas partes certas. A história de Lexi tem suas partes mais pesadas, mas tudo consegue ser apresentado de forma tranquila.

   Esse livro lida muito com a questão de escolhas e como a nossa vida pode mudar radicalmente em pouco tempo. Lexi passa por uma situação muito difícil em 2004 e não entende o que aconteceu nesse período para que sua vida esteja como está. E mais do que a questão financeira, ela não entende algumas mudanças na sua personalidade e modo de vida, não consegue mais se reconhecer.

   Outra coisa que achei muito interessante é como a percepção que os outros tem de nós às vezes é muito diferente do que somos. Lexi tenta reestruturar sua vida através do que os outros contam a ela, e na medida que vamos lendo nós percebemos que algumas coisas não eram exatamente do jeito que falaram.

    A leitura foi extremamente agradável e me serviu para o que eu precisava: uma leitura para diversão. Estava lendo alguns livros mais pesados emocionalmente e precisava de alguma coisa leve para balancear. Gosto da escrita da autora e da forma com que apresenta suas personagens. Apesar de ser leve e bem-humorado, o livro não deixa de ser complexo e ter suas reflexões. Tenho mais um livro da autora guardado e estou ansiosa para ler mais obras dela. E vocês, já leram, gostaram?

Boa leitura! 

O Leitor


“Penso, chego a um resultado, mantenho o resultado preso a uma decisão e faço a experiência de que a ação é uma coisa por si mesma, que pode mas não tem de seguir a decisão. Com bastante frequência no decorrer da minha vida fiz o que não tinha decidido e deixei de fazer o que tinha decidido”



Autor: Bernhard Schlink
Editora: Record

   Michael Berg, um adolescente alemão, passa mal no caminho da escola para casa, e é ajudado por uma mulher vinte anos mais velha. Doente por meses, quando se cura vai à sua casa agradecê-la, e acaba ficando com sua imagem marcada na cabeça. Começam então a ter um caso escondido, intercalando as relações com leitura de livros clássicos. Depois de um desentendimento, ela desaparece, deixando uma marca de grande culpa nele.

   Anos depois, estudante de Direito, Michael participa de um seminário especial, que estuda o julgamento de guardas da SS em uma tragédia específica, quando em uma noite muitas mulheres judias morreram queimadas em uma igreja, que não foi aberta pelas guardas para que elas saíssem quando começou o fogo. Uma das guardas era Hanna Schmitz, a mulher que ele amara na juventude. 

   Assisti ao filme de mesmo nome à algum tempo, ano passado se não me engano, e lembro que fiquei acordada até mais tarde do que deveria para poder acompanhar o final. Esse ano, olhando a biblioteca comunitária da minha faculdade, encontrei algumas cópias do livro e resolvi dar uma chance de novo à história que me chamou atenção. Não tinha visto o filme desde o começo mas sabia mais ou menos como começava.

    Confesso que não consigo decidir qual dos dois me interessou mais. O livro é muito bem escrito e muito profundo, cheio de reflexões que devem ser feitas quanto ao tema. O filme é muito bem interpretado e fiel ao livro. O tema Holocausto sempre me chamou atenção desde o colégio, talvez por ser tão difícil de ser entendido, se é que alguém pode realmente dizer que o entende. E é difícil ler sobre ele, por tamanha crueldade envolvida.

   Ao mesmo tempo que de certa forma sinto uma rejeição geral ao se falar nisso, sinto que devemos estudar e falar. As coisas hoje em dia tem se tornado de certa forma muito cruéis também. A violência tem se mostrado cada vez maior nos noticiários, e isso me preocupa muito. Temos visto mais casos de assaltos seguidos de bárbaras mortes, estupros, e outras maldades enormes, e me pergunto o porque disso. 

   Da mesma forma que não entendemos o que houve na época, não consigo entender o que acontece hoje em dia. Será que nossos descendentes, no futuro, lerão sobre nossa época e se indignarão e não entenderão o que houve conosco tanto quanto não entendemos o que aconteceu no passado?

   No livro vemos claramente essa questão de culpa, quando Michael se sente mal por amar uma criminosa, por não entender como pôde amá-la, mas ao mesmo tempo não consegue esquecê-la, e com isso vive uma vida perturbada, se fechando para o mundo, não conseguindo viver normalmente. E se questiona sobre o Nazismo do mesmo modo que nós, praticamente 68 anos depois, também fazemos. Sua geração não consegue entender o que houve, e não consegue lidar com isso. 

   Hanna vive um segredo que modifica todas suas escolhas durante sua vida, e de forma alguma justifica o que fez de errado. Quantas vezes fazemos escolhas erradas com medo de fazer as certas ou para não ferir o orgulho? Ao ser colocada de frente às consequências de suas escolhas, Hanna não consegue lidar com elas. 

   O livro faz questionamentos quanto moral, escolhas, ação, pensamento, culpa, questionamentos estes que as pessoas deveriam se fazer antes de agir, e que muitas vezes não o fazem. Um questionamento em particular que o Holocausto e a atualidade nos forçam a fazer é: até que ponto a sociedade e as ordens são significativas frente à escolha pessoal? Realmente somos obrigados a alguma coisa nessa vida, ou nos deixamos ser para termos a ilusão de que não temos escolha e assim não precisarmos encarar as consequências como nossa culpa no futuro?   

"Eu tinha sempre a sensação de que, sem dúvida, ninguém me entendia, de que ninguém sabia quem eu era e o que me levava até aquele ponto da minha vida. E você sabe, quando ninguém entende, ninguém pode exigir que você preste contas. Mas os mortos podem. Eles entendem. Para isso não precisam ter estado por perto; mas se estiveram, entendem especialmente bem."

A Mulher De Preto



Autora: Susan Hill
Editora: Record

   Assisti ao filme porque o Daniel Radcliffe ia aparecer, admito. Sou uma grande fã de Harry Potter e estava curiosa para ver como seria sua atuação em um filme diferente. A história não chamou muita atenção, mas dei uma chance. Acabei lendo o livro, no qual o filme se baseou, agora em janeiro.
 
   A história se passa na Inglaterra, com o jovem advogado Arthur Kipps, que é mandado ao interior do país, para cuidar dos papéis que uma cliente idosa e recentemente falecida, que morava isolada numa mansão, onde metade do dia fica inacessível pois a maré sobe e a casa fica ilhada.
 
   A premissa é interessante, pois ele começa a ver uma mulher vestida de preto, sobre a qual ninguém da cidade quer falar, e os moradores locais parecem muito dispostos a encorajá-lo a voltar para Londres. Entretanto, ao contrário do filme, o livro é demasiadamente parado, a história é muito entediante, e tão passável, que não consegue se manter em minha memória. 

   No filme colocaram a mulher como um ser diabólico que aparece para causar uma tragédia (não falarei sobre para não estragar a história para quem ficar interessado, mas na verdade é muito óbvio, e a revelação do mistério parece piada), e existem várias cenas chocantes que chamam a atenção e ficam presas na cabeça, entretanto, no livro, ela é um ser mais sutil, que causa o mau de uma forma mais implícita, e muito mais silenciosa.

   O interessante é ver a discrepância entre os personagens do livro e do filme. O do filme é um jovem viúvo, com um filho pequeno, que acaba nessa viagem numa situação obrigatória, pois dá a entender que o personagem estava tendo um desempenho pequeno no trabalho, e precisava se esforçar mais, com a penalidade de perder o emprego se não aceitasse. É uma pessoa calada, instropectiva e atormentada. No livro, pelo contrário, é um jovem ambicioso, noivo de uma bela mulher, e aceita o trabalho com a esperança de crescer mais ainda na firma e se tornar futuramente sócio, dando assim um futuro melhor para sua noiva. Os dois são céticos quanto a situação que estão passando, e muito determinados a resolvê-la.
 
   O final do livro e do filme também são muito diferentes, e eu confesso que gosto mais do final do filme.

   No fundo, a história é de puro suspense, e o filme nos traz muito mais angústia do que o livro. Não considero nenhum dos dois como terror, mas o filme consegue trazer mais sustos. Considero a história fraca, conseguimos entender as explicações que a autora nos passa, mas elas não nos envolvem e não nos ajudam a crer na história. É uma daquelas em que você fica sem resolução.

   Existe um outro filme, anterior a esse, que não assisti, e o final é diferente também, pelo pedaço que puder ver no youtube.

   Se estiver procurando uma história de terror, não recomendo. É um livro pequeno, então se a curiosidade falar mais alto, não é muito tempo a se perder.

Obs: Aparentemente será lançado um outro filme, com um casal sendo assombrado pela mesma mulher, na mansão.
http://www.imdb.com/title/tt2339741/

No original:

Em 2012:

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