Luminoso

ATENÇÃO: Esse é o segundo livro da série Riley Bloom, o primeiro é Radiante. Esse post contém spoilers do primeiro volume.


 Autora: Alyson Noël
Editora: Intrínseca

   Riley consegue cumprir com sucesso sua primeira missão, e sai de férias com Buttercup e Bodhi. No meio de uma caminhada, ela se encontra com um cão infernal, e contrariando as ordens de seu guia, o segue. É ai que conhece Rebecca, uma doce menina um pouco mais velha que ela.  Entretanto, Rebecca não é o que parece e as coisas se complicam. Poderá Riley ajudar Rebecca e resgatar Bodhi e Buttercup?

   Emendei esse livro na leitura do primeiro. Apesar de Riley ainda reclamar um pouco, consegui ver uma pequena melhora na personagem. Mais ambientada à sua tarefa, Riley parece mais a vontade em seu papel. Parabenizada e recompensada pela missão anterior, ela sai com Buttercup e Bodhi em um merecido descanso. Mas a menina não consegue ficar quieta e acaba caindo em uma situação muito perigosa.

    Apesar de Rebecca parecer uma menina normal à primeira vista, ela é um espírito que está vagando há muito tempo, perdida em um sentimento de ódio graças às circunstâncias que levaram à sua morte. E junto com ela, estão vários espíritos que foram aprisionados em um ciclo de culpa e sofrimento. Bodhi e Buttercup acabam sendo presos também, e sobra para Riley a missão de tentar consertar tudo.

   Gostei bastante desse enredo. Nele conhecemos um pouco mais da história de Bodhi e temos uma visão maior do mundo de Aqui. Riley é muito imprudente e acaba se metendo e envolvendo os outros em uma situação maior do que pensava, e isso não é deixado em branco na série. Mas por outro lado, vemos uma recompensa muito grande.

   O livro serve para refletir também, sobre o papel da culpa e do sofrimento em nossas vidas. Essa série, para mim, é muito mais sobre algumas coisas que realmente podemos mudar agora do que a história de uma menina que morreu e descobriu que ainda poderia viver. Continuo recomendando!

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Boa leitura!

Invisíveis



Autora: Stef Penney
Editora: Intrínseca

  Rose Janko é uma jovem cigana de 19 anos que se casou com Ivo Janko, um atraente e carismático cigano, pertencente a um clã fechado. Isso aconteceu há sete anos, e algum tempo depois do casamento Rose desapareceu. Segundo rumores, seu desaparecimento se deu graças ao nascimento de um filho com um problema genético que persegue a família. Entretanto seu pai, Leon, não está convencido disso.

   Leon contrata então Ray Lovell, um detetive particular que é descendente de ciganos para cuidar do caso. Ray enfrenta o problema do desaparecimento ter se dado há 7 anos, pode ter se passado tempo demais. Além disso, a família Janko, única testemunha do que aconteceu, não é muito receptiva. O que os motiva a não querer ajudar?

   Gosto muito de romances policiais ou de detetives particulares, tenho uma quedinha por um bom suspense, com uma boa reviravolta. E esse isso conseguiu cumprir essas expectativas. Um detetive com um passado que o atormenta, um bom suspense, testemunhas misteriosas, tudo está lá. E a escrita da autora é de tirar o fôlego. Não consegui largar o livro.

   Rose é uma menina tímida e introspectiva, que se casa com um homem de uma família fechada, misteriosa. Sua família perde contato com ela logo depois do casamento, e só tem notícias quando se ouve que ela fugiu com um homem gorijo, um não cigano. O livro traz algumas coisas da cultura cigana que eu desconhecia, então não sei o quanto é fiel nesse sentido, mas que trouxe um novo nível de interesse para mim. O suspense é intensificado pela falta de vizinhos, de interação com a sociedade. Os ciganos, por serem uma comunidade isolada e com sua própria cultura, não mantinham um contato aonde moravam, e se mudavam constantemente.

   O núcleo da família Janko, Tene e Ivo, é mais fechado ainda dentro de si. E ficamos na dúvida sobre o que realmente aconteceu. Tene é descrito como o cigano que se popularizou: um homem forte, moreno, carismático. Um contador de histórias ciganas. Ivo já é um homem taciturno, reservado, mas descrito como muito atraente, chamando a atenção feminina por onde parassem.

   Junto a eles temos mais alguns personagens da família: Kath (irmã de Tene), Jimmy (marido dela), Sandra (filha deles), JJ (filho de Sandra) e Christo (filho de Rose e Ivo). Christo é um menino com uma deficiência que afeta sua família na parte dos homens e da qual muitos já morreram. JJ é um adolescente de 14 anos, saudável, que narra a história junto com Ray.

   O suspense dá algumas reviravoltas e temos algumas cenas futuras misturadas com coisas que se passam antes, mas nada que estrague o que vai acontecer ou que deixe o leitor confuso. Estou ansiosa para ler o outro livro da autora, The Tenderness of Wolves, e acompanhar seu trabalho futuro.

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Boa leitura!

A Lista do Nunca

“Havia quatro de nós lá embaixo nos primeiros trinta e dois meses e onze dias do nosso cativeiro. E então, de repente e sem qualquer aviso, éramos três. Apesar de a quarta pessoa não ter feito barulho algum nesses vários meses, o porão ficou muito silencioso quando ela se foi. Depois disso, durante muito tempo, ficamos sentada em silêncio, no escuro, imaginando qual de nós seria a próxima na caixa.”


Autora: Koethi Zan
Editora: Paralela

   Sarah e Jennifer são duas amigas que passaram por uma tragédia na adolescência. Por isso criaram uma lista, A Lista do Nunca. Eram coisas que nunca deveriam fazer para não sofrerem de novo.  Estudaram estatísticas de desastres, crimes e criaram um plano para que tudo desse certo. Infelizmente, quando vão para a faculdade tudo muda. Em uma noite elas são sequestradas por um homem que as prende em um porão. Três anos depois, a polícia consegue resgatar as mulheres.

   Dez anos depois, Sarah vive isolada em um apartamento e sofre alguns efeitos do sequestro. O Agente do FBI, Jim, lhe dá uma péssima notícia. Seu sequestrador terá uma reunião com o conselho de liberdade condicional e tem chances de ser solto. Sarah então precisa enfrentar o que aconteceu no passado e seguir pistar para tentar entender o que houve, tendo pouco tempo para tentar evitar que seu pior pesadelo esteja livre novamente.

    Li esse livro de madrugada, em um dia que perdi o sono. Resolvi pegar alguma coisa para ver se conseguia dormir, e acabei não conseguindo parar a leitura. A autora conseguiu escrever uma trama que segura, um suspense que realmente consegue prender o leitor. Outra coisa que me agradou muito foi o fato de que o enredo não se prendeu muito nos anos de tortura, o livro tem alguns detalhes mas não chega a se aprofundar nisso.

   Sarah é uma mulher que nunca acreditou que coisas ruins acontecem por azar. Para Jennifer e ela, desastres acontecem com pessoas despreparadas. E levam um grande susto ao perceber que as coisas não acontecem bem assim. E nesses anos, ela descobre que a natureza humana é diferente do que ela pensava ser. 

   Acessei o site da autora, na esperança de saber que ela estaria escrevendo um novo livro, talvez uma continuação, mas não consegui descobrir nada. O final fecha várias questões do livro mas senti falta de algo mais trabalhado, senti que foi um pouco apressado. Recomendo para aqueles que gostam de um bom suspense com uma história que prende. 

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Boa leitura! 

Radiante


 Autora: Alyson Noël
Editora: Intrínseca

   Riley Bloom tem 12 anos e está passeando com seus pais, seu cachorro Buttercup, e sua irmã Ever. Na volta para a casa, algo acontece. Um acidente faz com que todos, menos Ever, morram. E então Riley descobre uma nova coisa. A vida não acabou. Em Aqui, um lugar onde descobre que a vida continua, e o tempo é sempre o Agora, Riley descobre que a eternidade não é calma, todos tem uma tarefa a realizar. E a tarefa dela, é apanhar almas.

   Como Apanhadora de Almas, Riley acompanhada de Buttercup e Bodhi, seu guia, tem que encontrar almas perdidas na Terra e ajuda-las a atravessar à ponte para Aqui. E em sua primeira missão eles conhecem o Menino Radiante, que assombra um castelo na Inglaterra há muitos anos e é uma alma que não quer sair de onde está.

   Riley é chata. Comecem o livro com isso na cabeça. É uma menina de 12 anos que morreu em um acidente inesperado, e acaba presa em um corpo que ela quer mais que tudo, deixar no passado. Além de não conseguir crescer, que era seu maior sonho, Riley tem que lidar com a falta da irmã e dos amigos, de tudo a que ela sempre fez parte. Em parte, eu entendo sua chatice. Apesar disso, Riley também é cabeça-dura, determinada a fazer as coisas do seu jeito  e em algumas partes, engraçada.

   Não achei que essa chatice dominasse o livro, e curti a leitura. A personagem não entende o mundo em que vive, mas tenta de todas as maneiras fazer as coisas do jeito que acha que é melhor, o que às vezes não sai do jeito que esperava. Achei a personagem bem construída e suas atitudes são coerentes com a idade e sua caracterização.

   Bodhi, seu mentor, é um menino um pouco mais velho, e é muito misterioso. Vestido de roupas esquisitas e aparentemente sem senso de humor, ele traz um ar mais sério para a história, e consegue quebrar um pouco as reclamações da principal. É ele que a ensina algumas coisas sobre Aqui e sobre sua tarefa.

   De uma forma geral eu curti esse livro. É bem pequeno, tem 174 páginas, mas conseguiu me prender. A diagramação e o acabamento são muito bonitos também, o que tornou a leitura agradável. Recomendo como aquela leitura para passar o tempo ou quebrar um livro muito pesado.

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Boa leitura!

Um Dia


Autor: David Nicholls
Editora: Intrínseca

   Dexter e Emma estudaram na mesma faculdade mas só foram se encontrar na noite de formatura, em 1988. Apesar de sentir uma conexão, eles sabiam que seguiriam caminhos diferentes. Dexter é filho de uma família rica, enquanto Emma não tem muito dinheiro e se mantém financeiramente sozinha.

   Durante 20 anos os dois vivem vidas separadas, mas se encontram ocasionalmente. O livro narra a vida dos dois no dia 15 de julho, o mesmo dia em que se encontram pela primeira vez. Os dois não conseguem esquecer o sentimento que existe entre eles, mas várias situações acontecem durante esse período. Será que algum dia eles assumiram o que sentem?

   Um Dia me deixou extremamente tocada. Antes de ler eu vi algumas pessoas, entre elas algumas que geralmente o gosto bate com o meu, falando que o livro não era muito bom, então não entrei com grandes expectativas e acho que isso fez toda a diferença. Um Dia não é um livro original, na minha opinião, mas se conecta muito com a realidade. A história de Emma e Dexter poderia realmente acontecer com duas pessoas.

    Emma é uma personagem que cresce guiada por suas convicções, mas acaba se decepcionando e não conseguindo cumprir suas metas. Ela sofre um baque com o andamento de sua vida e acaba fazendo coisas que não imaginava fazer quando era nova. Dexter, por outro lado, não tem um plano definido e tem boas surpresas, mas acaba chegando à um ponto que não esperava também.

    O livro conta a história de um romance diferente, um romance que acontece em alguns momentos, mas não deixa de estar ao fundo do enredo. Gostei muito da escrita do autor e não consegui largar até terminar. Comprei o volume com capa do filme, e confesso que gosto mais dessa do que da original. O tamanho da letra é muito agradável e o acabamento está muito bem feito. O papel é amarelado e muito agradável ao tato. Achei a contracapa extremamente charmosa também.

Capa original

   Assisti ao filme hoje, descobri que ele está no acervo do Netflix. Adorei a atuação dos personagens principais e gostei de ver que o filme conseguiu manter a essência da história, e incorporou alguns elementos, como as cartas enviadas, de uma ótima maneira. Ocultaram algumas partes da história também (e eu não senti nenhuma falta delas) mas mantiveram o enredo praticamente intacto. Fiquei emocionada e até derramei algumas lágrimas. 

   Recomendo que leiam o livro antes de ver o filme, para não estragar as surpresas que a história traz. Não costumo trazer a pontuação para cá (até porque sou péssima dando estrelas para os livros) mas dei cinco estrelas para esse livro.

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PS: Esse livro foi a segunda opção de Janeiro no


Boa leitura!

Ratos

"Docilmente, aceitamos, submetemo-nos, calamo-nos, não dissemos nada, não fizemos nada, 
porque a mansa submissão é tudo o que os ratos conhecem".


Autor: Gordon Reece
Editora: Intrínseca

   Shelley e sua mãe são como ratos. Elas já sofreram muito, mas aceitam as coisas e se escondem, não reagem à tudo que é jogado sobre elas. Depois de sofrer com o doloroso divórcio de seus pais, Shelley sofre um atentado extremamente violento na escola, e as duas se refugiam em um chalé no campo, distante de tudo e todos. E começa um período mais feliz, com conversas tranquilas, e um sentimento de segurança.

   Entretanto, no aniversário de 16 anos de Shelley, algo acontece, algo terrível. E isso muda tudo. Um sentimento diferente surge em Shelley, e acaba por surpreende-las. Será que tudo que acreditaram ser não é verdade? Será que ratos só se escondem, ou podem ter outras facetas?

   Comprei esse livro porque vi um outro blog falando sobre ele (não lembro qual, infelizmente) e acabei vendo alguns dias depois que estava em promoção na Amazon. Comecei a ler um pouco depois de comprado, e não consegui soltar. Fiquei super ansiosa para saber o que o autor destinou às duas, se finalmente os sofrimentos terminariam. E o que aconteceu me surpreendeu.

   Shelley é uma menina tímida, que se vê presa em uma situação terrível: bullying. Por se ver como um rato, e ter medo de tudo, não conta para ninguém o que acontece, e acaba chegando em uma situação terrível, que faz com que algumas coisas em sua vida mudem, incluindo a mudança para o chalé. Sua mãe passou por um divórcio terrível e agora suporta um emprego que praticamente a escraviza para sustentar as duas. 

   Ratos foi o primeiro livro do autor, e fiquei bastante impressionada. A caracterização dos personagens é excelente, e a narrativa é maravilhosa. Conseguiu me tirar da minha zona de conforto e me fez pensar muito. Quantas pessoas consideradas "ratos" conhecemos? Vivemos em uma realidade em que é difícil ver alguém lutando por seus direitos, e a reação mais vista é a de "deixar para lá". Ao mesmo tempo que é triste ver esse tipo de coisa, me pego pensando em até que ponto podemos ir para defender nossos interesses, e até que ponto podemos aguentar o que acontece passivamente. 

    O livro batalha bastante nesse ponto, e apesar de não concordar muito com a atitude das personagens, consigo entendê-las. Todos temos um limite, e nem sempre testá-lo é uma boa coisa. O modo como a história muda foi muito bem estruturado, e as personagens se mantiveram coerentes. Adorei o livro, e o recomendo, mas principalmente para uma leitura crítica. Não é o tipo de livro para se ler e pular para o próximo, uma reflexão seria essencial. Vou acompanhar o autor e esperar que lance outras obras tão boas quanto essa.

    E você, já leu? Não esqueça de deixar sua opinião :)

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Boa leitura!

[Indicação e-book] Ton Adalclê


A pequena ajudante, A canção de Outuno e Ácida
   
   O post "Indicação e-book" vem para o que o nome diz. Só que esse será diferente, porque acabei lendo três livros pequenos do mesmo autor, e recebi indicá-los juntos. Apesar de temas diferentes, gostei dos três. Aproveitem para conhecer esse autor, que é brasileiro e tem mais algumas obras publicadas na Amazon, mas que não li ainda.


   A pequena ajudante conta a história da pequena Camille, uma menininha muda que mora numa casa humilde com seus pais. Camille é esperta, mas sua falta de fala a irrita, por não conseguir se comunicar com as pessoas. Se diverte nos campos de milho, onde seu pai trabalha, e adora uma aventura. No natal está cansada de receber bonecas, prefere livros e acha o Papai Noel uma figura muito misteriosa. Um dia resolve esperar o bom velhinho acordada e tem uma grande surpresa. 

    Foi o primeiro conto que li do autor, e fiquei encantada. Camille é uma menina normal, coerente com a sua idade, e tem uma infância humilde mas maravilhosa. O conto é pequeno, tem 24 páginas segundo a Amazon, e vale a pena. Graças a ele acabei pesquisando mais sobre o autor e descobrindo que ele tinha mais obras publicadas.

Link para compra: http://migre.me/hcIlq



    Pietro é um menino curioso, que em uma quente tarde de outono procura por uma aventura pelos bosque ao redor da escola. Encontra um sapo e o faz de amigo, assim como o grilo que acha um pouco adiante. Mas é quando vê um pequeno beija-flor que tudo muda. 

  O conto traz alguns aspectos da infância e da vida à tona, e conseguiu me prender até o final. Pietro é muito curioso, mas ao mesmo tempo cuidadoso em algumas partes. Contém 27 páginas segundo a Amazon, e é encantador. 

Link para comra: http://migre.me/hcIGy



   Em uma sociedade distópica a Corporação Ônix, uma rede de hospitais que também faz testes cruéis e desumanos com seres humanos, tem grande poder na sociedade. Natalie, uma menina de 15 anos popular e muito bonita é presa e testada, e se torna uma contaminada. Longe de ser uma criminosa, Natalie não entende o que aconteceu com ela, e passa um grande período indeterminado trancada.

   Natalie, graças à contaminação, é ácida. O vírus injetado nela gerou a criação de ácido em sua saliva, e com um beijo ela desorienta uma pessoa, a tornando um vegetal para o resto da vida, incapaz de falar, pensar, se mover. É considerada muito perigosa pela sociedade. Um dia, ela consegue fugir, e tenta se lembrar de sua vida anterior. Entre o desejo de vingança e de viver uma vida normal, Natalie conhece algumas pessoas que poderão ajudá-la, ao mesmo tempo em que é procurada pela Corporação. O que será de sua vida de agora em diante?

   Infelizmente essa história é pequena, porque eu fiquei com uma vontade muito grande de ler mais. Me apeguei a Natalie e à um outro personagem que surge depois, e queria saber mais sobre eles. E o final deixa um ponta solta (nada que incomode ou faça a história não valer a pena, mas que eu espero que seja continuada). Entendo a atitude da personagem no final, e se não for retornado não fica inconsistente. 

    Apesar de curta (121 páginas, segundo a Amazon) e deixar algumas coisas misteriosas, o livro é bem legal. Intrigou minha curiosidade e conseguiu fechar o que se propôs, gostei bastante. Foi o último livro que eu tinha do autor e pretendo comprar os outros e acompanhar seu trabalho daqui para a frente.

Link para compra: http://migre.me/hcJ8v

   Para quem já conhece o autor, ou tem interesse, deixo seus dados abaixo (divulgados no final dos e-books):

Página de livros na Amazon: http://migre.me/hcJdz

Boa leitura! ;)

A Mulher do Viajante no Tempo

"Eu me lembro, eu me lembro. Acordei de manhã e foi tudo um sonho maravilhoso. Mamãe riu, dizendo que viagem no tempo parecia ser uma coisa divertida e que queria tentar também.
Essa foi a primeira vez."


Autora: Audrey Niffenegger
Editora: Suma de Letras

   Clare e Henry são um casal. Um casal que se ama, um adora o outro e são completamente apaixonados. Tem vários problemas em seu relacionamento mas um grande problema é que Henry viaja no tempo. Se encontrando em diferentes períodos da vida, com idades com grandes ou pequenas diferenças entre si, o relacionamento dos dois vai se construindo. Através de períodos de ausência, desencontros temporais e problemas normais em um relacionamento vemos uma história de amor com características únicas.

   Eu queria ler esse livro há um bom tempo. Queria ler antes de ver o filme mas não aguentei. Assisti o filme há um tempão (e devo assistir novamente em algum momento próximo) e fiquei apaixonada pela história. O romance dos dois é ao mesmo tempo profundo, emocionante, apaixonante, e em alguns momentos, desesperador.

   Clare é uma menina que conheceu na infância um homem misterioso, que alegava poder viajar no tempo. Filha de pais ricos mais ausentes e tendo irmãos complicados, Clare cresce com essa mágica a sua volta. Henry é um homem complicado e sofrido, que sofreu a vida toda pelo seu problema: viagem no tempo. Uma hora estava em casa, confortável, e na outra estava pelado em qualquer lugar, qualquer período. Não consegue controlar quando nem para aonde vai.

    O relacionamento dos dois é perturbado pelo problema de Henry mas também sofre alguns baques reais. Problemas de relacionamento com a família, de convivência, a ausência dele. Mas os dois mostram um amor palpável e verdadeiro quando enfrentam vários obstáculos para ficar juntos. Uma coisa que me encantou nessa história foi que a autora não teve medo de mostrar que um relacionamento não é felicidade o tempo todo, mas que ter problemas e vários momentos felizes é uma coisa real.
    A história traz uma narração deliciosa. Fiquei aterrorizada quando vi o filme, com medo de que quando aquilo se passasse em um livro ficasse confuso. Pelo contrário, consegui me localizar muito bem, mais pela idade dos personagens do que pela data (cada capítulo começa com a data e a idade dos dois). A leitura foi fluída e praticamente não consegui largar. Só me separei do livro para dormir algumas horas.

    Outra coisa que me agradou no livro é que a história é agradavelmente dividida entre os dois. Consegui ter um laço tanto com Clare quanto com Henry, pois os dois personagens são muito bem detalhados. Foi um romance diferente dos que estou acostumada a ler, e o toque da viagem do tempo o deixou muito mais interessante e intrigante.

   Falando da adaptação, eu a considerei maravilhosa. Algumas coisas do livro não apareceram, mas nada prejudicial. Amei a atuação dos atores e não tenho dúvida de que vou assistir novamente. O filme conseguiu trazer a emoção às telas, e recomendo muito que o vejam. Mas vejam depois da leitura, pois confesso que ter visto o filme estragou as surpresas do livro para mim. Acho que gostaria e me emocionaria ainda mais se não tivesse visto antes.

   Estou dando sorte até agora, segundo livro que leio esse ano e que amo. Espero continuar assim!  

"- Tenho medo de que você se canse de não poder contar comigo para nada e me largue. 
(...)
- Nunca vou largar você - diz. - Ainda que você viva me largando.
- Mas eu nunca quero te largar."

Capa do filme
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PS: Esse livro fez parte do Desafio Literário Skoob 2014,
no mês de Janeiro.

Boa leitura! ;)

A Amante de Freud

“Depois de tantos anos de convivência, ali estava o que ela acabara de descobrir naquela única noite. Ele era um homem infeliz. E homens infelizes são perigosos.”


Autoras: Karen Mack e Jennifer Kaufman
Editora: Casa da Palavra

E-book gentilmente cedido pela parceria Leytoras
 
   Minna é uma mulher que não se casou. E como não se casou, lhe restou a opção de ser dama de companhia de mulheres ricas ou governanta. Entretanto, ela perde o emprego e acaba precisando se refugiar na casa de sua irmã, Martha, a mulher de Sigmund Freud. Minna é uma mulher com gostos e atitudes considerados excêntricos na época: gosta de ler e dizer o que pensa em uma conversa.

   Acaba parando na casa de sua irmã, ajudando a cuidar de seus seis filhos. Acaba se surpreendendo com a frieza do relacionamento dos dois e se vê muitas vezes numa atitude conciliadora. Freud, que se comunicava através de cartas com ela durantes os anos, começa a comentar seu trabalho, seus avanços e debater com ela sobre isso, pedindo sua opinião. E Minna se vê numa situação perigosa: estaria Freud lhe dando uma atenção maior do que somente voltada ao seu intelectual?

    O livro foi montado através de uma teoria de que Freud e sua cunhada teriam tido um caso durante o período em que Minna foi morar com eles, em 1895, em Viena. Ela morou com eles por mais de 40 anos, nunca se casando ou tendo seus próprios filhos. Um boato circulava entre estudiosos sobre o que teria acontecido entre os dois. Em 1957, Carl Jung teria declarado que Minna Bernays confidenciou a ele que estava tendo um caso com Freud. (informações contidas no final do livro).

   Nada foi confirmado, mas o livro foi bem escrito. Me vi envolvida com a história dessa família. Não conheço o trabalho de Freud (só ouvi algumas teorias por cima, nunca li nada, nem me aprofundei) mas algumas coisas são citadas no livro. Fiquei sensibilizada com o drama e com a situação das duas irmãs.

   O livro não é focado no romance. Existem cenas românticas e algumas de sexo sim, mas o livro se centra muito mais na situação que está ocorrendo e em suas repercussões. Trata muito do lado psicológico dos personagens, e isso me atraiu. Foi uma leitura razoavelmente rápida, pois apesar de querer logo saber o final, a trama é densa. Recomendo para aqueles que tem curiosidade de saber sobre a história e para aqueles que gostam de um romance mais psicológico, com algum embasamento histórico.

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Boa leitura!

Lançamento de "Não atravesso a rua sozinho" e "Te pego na saída" no Rio de Janeiro, São Paulo e Porto Alegre

Pedaços de nós

Fabrício Carpinejar lança este mês primeiros livros de sua coleção autobiográfica no Rio de Janeiro, em São Paulo e em Porto Alegre
O multimídia Fabrício Carpinejar tem o dom da palavra. Mais que isso, o escritor que conquistou o Brasil parece falar da minha vida, da sua, do dia-a-dia do vizinho, ao relatar suas aventuras e desventuras em crônicas, posts e outros escritos. Não poderia ser diferente em sua autobiografia. E como gosta de contar histórias, a história de Carpinejar vai ocupar não um, mas oito volumes. Dividida em duas coleções, a biografia do autor começa com duas obras: Não atravesso a rua sozinho e Te pego na saída, da Coleção Vida em Pedaços.

Os lançamentos serão autografados no dia 9 de janeiro, às 17h30, na Livraria Cultura, do Conjunto Nacional, em São Paulo; no dia 10, às 19h, na Livraria da Travessa, no Shopping Leblon, do Rio de Janeiro; e no dia 22, às 19h, na Livraria Cultura, do Bourbon Country, em Porto Alegre.

Por que uma biografia aos 41 anos? Para mostrar “o desaparecimento de um tempo, que não será conhecido pelos meus netos, muito menos pelos meus filhos”, justifica. Assim, a Coleção Vida em Pedaços vai revelar o Capinejar filho, sua infância adolescência e, a outra parte, a Coleção Pedaços de Vida, evidencia o Carpinejar pai, às voltas com Mariana, 19, e Vicente, 11. “Eu fui filho da rua; a Mariana, filha do quintal; e o Vicente, filho de apartamento”, conta.

As duas primeiras obras da série autobiográfica de Carpinejar passeiam pelos dilemas de ser trocado no hospital, das desavenças com irmãos, dos desafios da matemática, dos cachorros da infância, da primeira namorada, do bullying, dos dramas de ser caçula e de tantas histórias que remetem às nossas próprias lembranças. “Com as memórias de Fabrício, chegamos às nossas”, resume o psicanalista Mario Corso na orelha do primeiro livro da série.

As crônicas da Coleção Vida em Pedaços são intermediadas pelos traços de Eloar Guazelli, um dos mais premiados ilustradores brasileiros da atualidade. O gaúcho, que também é quadrinista, diretor de arte para cinema e professor, já conquistou o Yomiuri International Cartoon Contest, no Japão, e foi vencedor da 2ª Bienal Internacional de Quadrinhos.




  

 Não atravesso a rua sozinho
 Autor: Fabrício Carpinejar
 Ilustrações: Eloar Guazzelli 
 Páginas: 112
 Edelbra Editora
 Valor: R$ 25,00




Te pego na saída
Autor: Fabrício Carpinejar
Ilustrações: Eloar Guazzelli   
Páginas: 96
Edelbra Editora

Valor: R$ 25,00










Sobre a Edelbra: Editora especializada nos segmentos infantojuvenil e pedagógico. A empresa acredita que incentivar a leitura e a educação é apostar no futuro. Com essa filosofia, cresceu e evoluiu nas quatro últimas décadas, produzindo mais de dois mil títulos. Para a produção de seus livros e de publicações de outras editoras, a Edelbra conta com um parque gráfico próprio de cinco mil metros quadrados, considerado um dos mais bem equipados do Brasil.

Texto enviado pela Editora Edelbra

Mudança 2014: Novo Layout!



   Para quem viu o aviso no Facebook de que o blog ficaria fechado para mudanças, não precisa mais esperar! Já consegui terminar e instalar e está tudo pronto!

   Testei tudo depois de instalar, mas como fiz o processo todo (criação e execução) sozinha, não sei se deixei passar algum erro. Por favor, se encontrarem alguma coisa, me avisem! :)

   O blog está fazendo um ano agora em janeiro, no dia 17, e uma das coisas que eu queria fazer, era mudar o layout. Acabei me metendo a fazer tudo sozinha e estou muito satisfeita com o resultado, espero que com isso o blog seja um lugar mais acolhedor a todos vocês que me acompanham aqui.

    Adicionei algumas coisas que não existiam no layout antigo, e vou deixar aqui as novidades: 


   Uma das novidades é o menu. Temos dois sub-menus: em Resenhas e em Parcerias. Em Resenhas, vocês encontram duas opções: Por Autor e Por Título. A parte superior, aonde está escrito "Resenhas", não leva à parte alguma, então é preciso selecionar uma das opções abaixo. Cada uma traz uma listagem das resenhas já publicadas no blog, em ordem alfabética em sua respectiva categoria.


   No Menu Parcerias temos duas opções: Blogs e Editoras. Novamente, clicar em Parcerias não vai fazer acontecer nada. Em Blogs temos os blogs parceiros e alguns outros que eu acompanho, e em Editoras temos as parcerias com Editoras do blog.


   Na aba Promoções (pode clicar em cima rs) eu separei as promoções ativas e inativas no blog, para facilitar a consulta e para que os novos seguidores possam acompanhar e não perder os prazos. As abas Início e Sobre já existiam na versão anterior e mantém a mesma função.


 

Na lateral temos as redes sociais do blog, para seguir é só clicar ;)

   Ficamos por aqui com as novidades, que as mudanças em 2014 sejam muitas, e todas para melhor!
Comentem o que acharam por favor, estou super curiosa para saber a opinião de vocês!

A Princesa e o Goblin


Autor: George MacDonald
Editora: Landy

   Mais um para a coleção "fez parte da minha infância e eu não sabia que era livro". A Princesa e o Goblin (ou A Princesa e o Duende, não consigo achar na internet qual era o nome aqui no Brasil) foi um filme que eu vi bem mais de uma vez. Tinha em VHS e a fita mofou :/

   O livro conta a história de Irene, uma princesinha que vive isolada em uma casa com a aia e os criados, e é proibida de ficar fora da casa após o por-do-sol, ficando profundamente entediada quando chove e é preciso ficar dentro de casa. O que Irene desconhece é a existência dos terríveis goblins, criaturas perigosas que moram em cavernas da parte mais profunda da montanha. E que essas criaturas malvadas gostam de ser cruéis com aqueles que moram na superfície, especialmente com a realeza.

    Irene é uma menina bem educada que trata todos com gentileza, e é muito amada por todos que convivem com ela. Um belo dia a princesa resolve subir por uma escada escondida que encontra em seu quarto e encontra uma bela senhora, que diz ser sua avó, uma avó de muitas gerações anteriores. E ai começam suas aventuras. Com ajuda de Curdie, um menino minerador que mora perto de sua casa, Irene tem que se defender dos Goblins e evitar que um grande mau seja feito.

    Eu amava esse desenho e amei esse livro. É um livro que consegue dosar a doçura da infância com a aventura e perigo que às vezes encontramos. Irene é uma princesa à moda antiga: bonita, educada, gentil, mas ao mesmo tempo traz uma sabedoria e uma inteligencia que normalmente não é dada às princesas de histórias antigas. Como toda criança comete alguns erros, mas consegue lidar com eles, e não é uma personagem mimada ou reclamona.

   Pesquisando um pouco para fazer a resenha acabei descobrindo que existe uma sequência para esse livro, em inglês, e já comprei duas versões ilustradas na Amazon (2 reais e pouco cada uma) para poder saber o que mais acontece com Irene e Curdie. O título é justamente The Princess and Curdie e espero gostar tanto quanto gostei desse volume. 

   Infelizmente o livro está esgotado na Saraiva, e só achei à venda em português nesse site, mas com o frete deram 17,29 euros. Na Amazon você encontra tanto The Princess and the Goblin quanto The Princess and Curdie de graça. Não sei se a formatação está boa mas vale a pena conferir. Na Saraiva está à venda o filme, A Princesa e o Goblin

Capa do filme 
    Será que alguém ainda se lembra desse desenho? Comente aqui se lembrou e confira a história, que vale muito a pena. Recomendado especialmente para aqueles com filhos ;)

Boa leitura!

Desafio Literário Skoob 2014



    Primeiro dia do ano, primeiro desafio! Espero que todos tenham tido uma ótima virada de ano!

   Adorei participar do Read-a-thon BR e da Maratona Literária, pois os dois eventos me deram um incentivo a mais para ler e me ajudaram a cumprir metas e prazos (mesmo que eu não tenho conseguido cumprir o da Maratona :/) e resolvi participar do Desafio Literário Skoob 2014, que vai de janeiro de 2014 à dezembro de 2014, com um livro por mês.

    O que é preciso? Ler e resenhar o livro que escolheu naquele mês. Não precisa ter blog, ou fazer uma resenha profunda, mas é interessante termos mais textos acessíveis sobre livros, que ajudam o leitor a escolher se vai ler o livro ou não. Não esqueçam de conferir as regras completas na página do Skoob com os detalhes sobre o desafio e para dúvida também existe o grupo no facebook. Vou fazer uma lista aqui, mas não decidi todos os livros que vou ler ainda, e pode ser que mude no mês referente. Os temas são:

Janeiro: Livro que virou filme
Estou entre:
- Um dia (Resenha), de David Nicholls  e
A mulher do viajante no tempo (Resenha), de Audrey Niffenegger. Só vi o filme do segundo, mas estou com os dois livros parados para ler à um tempinho.

Fevereiro: Clássico mundial
Provavelmente lerei :
O morro dos ventos uivantes (Resenha), de Emily Brontë ou
Razão e Sensibilidade (Resenha), de Jane Austen.

Março: Suspense (englobando mistério/assassinato/policial)
Boneco de neve (Resenha), de Jo Nesbo ou
Traição em família (Resenha), de David Baldacci

Abril: Livro escrito por mulher
A Maldição do Tigre (Resenha), de Colleen Houck (que eu já comecei, li dois capítulos e parei :x) ou
Coração de Tinta (Resenha), de Cornelia Funke.

Extras (Livros que li além dos pré-escolhidos, dentro do tema)
Sonhos (Resenha), de Alyson Noël;
Eco (Resenha), de Alyson Noël;
Feitiço (Resenha), de Sarah Pinborough e
- Poder (Resenha), de Sarah Pinborough

Maio: Biografia 
Hitler, de Joachim C. Fest (não consegui terminar em maio :/) ou
Vida após a Morte (Resenha), de Damien Echols.

Extras (Livros que li além dos pré-escolhidos, dentro do tema)
Doze Anos de Escravidão (Resenha), de Solomon Northup;
Fuga do Campo 14 (Resenha), de Blaine Harden;
A Estrela que Nunca Vai se Apagar (Resenha), de Esther Earl com Lori e Wayne Earl.

Junho: Autor brasileiro (englobando contemporâneos)
Filhos do Fim do Mundo (Resenha), de Fábio M. Barreto ou
O Sonho de Eva (não li em Junho :/), de Chico Anes.

Extras (Livros que li além dos pré-escolhidos, dentro do tema)
Sozinha (Resenha), de Márcia Leite;
- Senhora das Névoas (Resenha), de Flávia Côrtes;
- Anjo à Meia-Luz (Resenha), de Rosana Rios;
- Sonetos nas Trevas (Resenha), de Luiz Antonio Aguiar;
- Os Dentes da Noite (Resenha), de Caio Riter;
- Não atravesso a rua sozinho (Resenha), de Fabrício Carpinejar;
- Te pego na saída (Resenha), de Fabrício Carpinejar.

Julho: Livro que você não leria (indicado por outro participante)
Não conte para a mamãe, de Toni Maguire ou Max e os felinos, de Moacyr Scliar

Então. Eu não li o primeiro e li o segundo, mas não me senti motivada para fazer um post. :(

Agosto: Livro sobre bruxas
A Arma Escarlate, de Renata Ventura ou Bruxos e Bruxas (Resenha), de James Patterson

Não li A Arma Escarlate, acabei pegando outro livro dentro do tema.

Extras (Livros que li além dos pré-escolhidos, dentro do tema)
- O Dom (Resenha), de James Patterson e Ned Rust.

Setembro: Série
Eragon, de Christopher Paolini ou O Pistoleiro, de Stephen King.

Não li nenhum dos dois, acabei lendo outros livros.

Extras (Livros que li dentro do tema)
- O Fogo (Resenha), de James Patterson e Jill Dembowski.

Outubro: Ficção científica (englobando distopia)
Orador dos mortos, de Orson Scott Card ou Legend (Resenha), de Marie Lu

Acabei não lendo Orador dos Mortos.

Novembro: Infantojuvenil
O Castelo Animado (Resenha), de Diana Wynne Jones ou A Fantástica Fábrica de Chocolate, de Roald Dahl

Não consegui ler A Fantástica Fábrica de Chocolate.

Extras (Livros que li além dos pré-escolhidos, dentro do tema)
Sofia e Mônica (Resenha), de Leonardo Brasiliense.

Dezembro: Lançamento de 2014 
Como os livros que estou esperando ser lançados em 2014 serão lançados no começo, eu não vou poder esperar, pois estou esperando ansiosamente (como o último da série Cidade dos Ossos ou o terceiro de Feita de Fumaça e Osso, que provavelmente vou ler em inglês mesmo). Deixo essa categoria para durante o ano decidir então.

- Acabei lendo em Dezembro o livro O Beijo (Resenha), de James Patterson e Jill Dembowski.

E vocês, vão participar? Mandem a lista para que possamos conferir!

Boa leitura ;)
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